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Arquivos de Tag: RPA

Plataforma DPA low-code gera muito mais valor

Transformação digital com automação de processos e DPA low-code. Entenda! A transformação digital exige a automação dos processos de negócios e investimentos em soluções DPA low-code.   É notório que a transformação digital requer a automação de processos. Em um mercado cada vez mais competitivo, tempo é sinônimo de dinheiro. Por isso, as empresas devem focar em ações que favoreçam a otimização das tarefas. Muitos profissionais estão sobrecarregados de trabalho e o prazo costuma ser o principal desafio dos projetos. A saída é buscar ajuda nas ferramentas de automação de processos, selecionando a mais indicada para cada situação. Neste artigo, você vai conhecer opções e insights que vão ajudar na implementação da transformação digital no seu negócio. Confira!   Economia e eficiência com plataformas low-code  Com ferramentas DPA (Digital Process Automation) é possível reduzir drasticamente o tempo de criação de soluções de negócio. O processo tradicional de codificação — com linguagens de programação, frameworks e middleware — para criar software sob medida foi o problema citado como maior empecilho para entregar seu trabalho no prazo por 31% dos desenvolvedores ouvidos em pesquisa da Forrester mencionada pelo Computerworld. O Gartner considera a economia no tempo de entrega uma das principais vantagens das plataformas low-code, que não exigem do desenvolvedor conhecimentos profundos de TI. Plataformas de automação de processos low-code podem ajudá-lo a entregar soluções de negócio muito rapidamente — o que significa, por exemplo, sete minutos para criar uma solução simples, como você pode ver nesta demonstração em vídeo. Estima-se que até 2023, nas grandes empresas, a quantidade de pessoas que não são desenvolvedores profissionais, mas utilizam ferramentas low-code para desenvolvimento de processos, como o Zuri, será quatro vezes maior do que o número de profissionais da área de TI.   Boas práticas de desenvolvimento tecnológico Isso demonstra o quanto é importante que os líderes de TI e de diferentes áreas de negócios trabalhem em parceria para o benefício da transformação digital da empresa. Em estudo intitulado The Future of Apps Must Include Citizen Development — O futuro dos aplicativos precisa incluir o desenvolvimento por leigos — publicado em outubro de 2019, o Gartner recomenda aos “responsáveis por desenvolvimento e plataformas” que: trabalhem com foco na redução de riscos de Shadow IT por meio do trabalho com líderes de unidades de negócios, designando profissionais que não são programadores, nem de TI, para se tornarem “desenvolvedores” de aplicações. Esses profissionais são chamados pelo Gartner de “desenvolvedores cidadãos”, ou seja, desenvolvedores que não são técnicos, nem de TI, nem programadores. Essa estratégia tem o objetivo de estabelecer zonas de atividade segura e de confiança para a empresa; habilitem práticas de desenvolvimento de aplicações feitas pelos desenvolvedores não-técnicos, criando uma comunidade de prática que inclua tanto as unidades de negócios quanto a unidade de TI; aprimorem, constantemente, os resultados para aplicações criadas pelos “desenvolvedores cidadãos”, unindo áreas de negócios e a seleção de TI sobre as ferramentas ideais e tecnologias que facilitam esses desenvolvedores não-técnicos para criarem suas próprias soluções (aplicações) de negócios.   Automação de processos para transformação digital por meio de DPA e RPA Ao lado das soluções de DPA estão, entre as ferramentas mais populares do mercado, as soluções de RPA — Robotic Process Automation —, que podem ser ou não ferramentas low-code. A principal característica é utilizar “robôs virtuais”. Ou seja, funcionalidades de software que atuam como robôs e são especialmente úteis para a automação de tarefas repetitivas de rotina, com grande economia de tempo na entrega de soluções de processos de negócio. Essas ferramentas, por sua praticidade na automação de inúmeros processos burocráticos, têm alcançado grande sucesso no mercado. Segundo dados do Gartner, em estudo de janeiro de 2019, em 2017 houve um renovado interesse em tecnologias de automação de processos de negócios, com o mercado de ferramentas RPA explodindo, já que “o RPA promete um rápido retorno do investimento (ROI),  impulsionado pela integração no nível da interface do usuário (…) O RPA representa uma maneira de liberar recursos humanos, gerando rapidamente valor para os negócios”.  A tendência é que, com o progresso da Inteligência Artificial, as plataformas RPA se tornem cada vez mais sofisticadas, estendendo-se por um espectro que começa com a digitalização tática e termina com funções cognitivas avançadas, capazes de gerenciar exceções. O RPA vai incorporar, gradualmente, o aprendizado de máquina e o suporte a chatbots, aumentando a cobertura de casos de uso e seu valor para a empresa.   Cases de sucesso Como em todo o mundo, também no Brasil organizações de diferentes segmentos têm conseguido utilizar com sucesso ferramentas DPA e RPA para a automação de seus processos de negócios. Veja alguns exemplos de projetos bem-sucedidos de empresas que optaram pela plataforma de processos low-code Zuri, para desenvolvimento de soluções de negócio por meio de ferramentas intuitivas e visuais. Gestão de frotas Uma empresa de benefícios que desejava compartilhar a base de clientes da unidade de negócios de gestão de frotas com outras unidades da companhia criou aplicação para essa finalidade em um mês e meio, a custo bastante econômico, impulsionando o payback e o ROI. O acesso de outras unidades de negócio àquela base de clientes gerou valor monetário significativo, maximizando esforços de prospecção e de outras atividades comerciais.   Mercado financeiro Um grande banco obteve um enorme ganho de tempo na aprovação do acesso de funcionários aos seus sistemas internos. Com a substituição de processos manuais baseados em telefone e e-mail por solução desenvolvida na plataforma Zuri, o prazo de aprovação para um dos serviços passou de dois dias para apenas alguns segundos.   Setor de benefícios Uma grande empresa do setor de benefícios, considerada líder no âmbito do PAT — Programa de Alimentação do Trabalhador, instituído pelo Ministério da Fazenda, precisava criar e lançar uma nova oferta de negócios em tempo recorde, acelerando o time-to-market e se antecipando aos concorrentes. A solução foi desenvolvida em um mês e, com economia de 75% em relação aos gastos inicialmente previstos com o desenvolvimento por métodos tradicionais, foi possível lançar a nova oferta […]

A relação entre BPM, Processos Digitais e RPA e Hiperautomação, Multiexperiência e Democratização da Expertise

A relação entre BPM, Processos Digitais e RPA e Hiperautomação, Multiexperiência e Democratização da Expertise O que um framework, como o ZuriLAF, que alinha uma plataforma de automação de processos com serviços executados com agilidade e excelência entrega para o mercado? É muito mais do que uma melhoria operacional, diminuição de custos e incremento de valor agregado na cadeia de valor do cliente. Existem algumas mudanças mais profundas que são entregues utilizando essa dupla produto & serviço alinhados para a Automação de Processos. Benefícios para os negócios podem estar ligados a Hiperautomação, a Multiexperiência e a Democratização da Expertise empresarial. Vamos discorrer um pouco sobre essas três perspectivas.   Hiperautomação Uma tendência iniciada pela digitalização das organizações e que agora está ganhando força movida por conceitos de Transformação Digital é a Hiperautomação. De maneira, simplista, a automação usa tecnologias da informação para tornar hábito computacional repetitivo algumas operações que antes eram realizadas por pessoas. A abordagem de processos iniciada no BPM (Business Process Automation), está evoluindo para a Hiperautomação que inclui técnicas de Inteligência Artificial e aprendizado de máquinas para automatizar ainda mais tarefas. Dados que são coletados de maneira automatizada provêm aos mecanismos de Analytics múltiplas possibilidades nos negócios. Ao final os mecanismos tecnológicos empregados liberam seus colaboradores a analisar, projetar, medir, monitorar, e reavaliar os processos, a performance e seus negócios, poupando-os de realizar atividades repetitivas e de baixo valor agregado.   Multiexperiência De maneira sintética as empresas estão evoluindo seus esforços para migrar da construção de uma experiência única para múltiplas experiências. Dessa forma não adianta somente criar soluções em web, web mobile ou mobile nativo. É necessário a utilização de ferramentas multiplataformas permitindo criar todas as experiências digitais em uma única plataforma. “À medida que as organizações realizam esforços de transformação digital, surge uma importante visão: o processo é importante. Os investimentos em bonitas experiências móveis e na web não vão mudar a agulha da bússola, a menos que os profissionais de desenvolvimento de aplicativos garantam que os processos no back-end estejam alinhados para oferecer suporte a uma verdadeira experiência do cliente de ponta a ponta. “ (Forrester) A utilização conjunta entre processos digitais e um front end atrativo permite ao usuário escolher a forma de conexão com a sua organização, seja ele por telefone, seja por celulares, tablets computadores, enfim, vários dispositivos com várias vias de acesso ao serviço/produto. Essa evolução passa de sistemas altamente centrados em empresas para serem sistemas totalmente centrados nos clientes   Democratização da Expertise Um dos maiores níveis de exponencialização na adoção de uma tecnologia é a democratização. Dela decorre o conceito de que determinada tecnologia seja de amplo acesso aos cidadãos, de forma que a complexidade tecnológica seja facilitada para “pessoas comuns”, sem a necessidade de um treinamento intensivo. Isso é possível com o apoio de Inteligência Artificial para geração de códigos de programação e automatização dos testes, por exemplo. Tecnologias como Low-Code, RPA (Robotic Process Automation) possibilitam a colaboradores, que antes precisavam se apoiar fortemente em especialistas de sistemas para tornar os fluxos de trabalho (BPM) de forma digital, a realizar esta digitalização de processos de forma independente e autônoma. Dessa forma libera a TI para realizar a orquestração de todos os serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação e “empodera” os colaboradores a entregarem processos digitais e se tornarem mais estratégicos.   Entre em contato com o time da Zuri pelo e-mail contato@gozuri.com e acesse o nosso site.     “Prof. Dr. Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços na Zuri” Responsável pelo treinamento e capacitação tanto de nossas equipes quanto de clientes e prospects. Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos.

Automação de Processos Transforma sua Organização

Automação de Processos Transforma sua Organização Iniciamos com uma provocação: Qual a relação entre processos e sua organização? Uma empresa é uma sucessão de trabalhos, atividades, tarefas, para a realização de um objetivo. Estas atividades cotidianas precisam ser gerenciadas e, com o aprimoramento e atualização, são automatizadas e melhoram o desempenho da organização. Por isso, iniciamos afirmando que a automação de processos transforma sua organização.  Um processo é uma junção de atividades executadas pelos colaboradores para alcançar os resultados esperados pela função, área ou departamento. É dessa forma que o trabalho agrega valor para os clientes. Muito próximo não?! O funcionamento de uma empresa é indissociável com os processos produtivos, gerenciais ou de suporte. Tudo que é realizado dentro de uma empresa faz parte de um processo. Um produto ou informação entra, é transformado e gera uma saída esperada.  Por esse motivo os processos são tão importantes dentro das organizações.  São através deles que são conduzidas as principais atividades de compras, vendas, processos de performance, atendimento ao cliente, recursos humanos, financeiros, qualidade, marketing e tantas outras atividades.  Consagrado no mercado o BPM (Business Process Management) nos fornece um conjunto de conhecimentos sobre os princípios e práticas de gestão de processos, oferecendo para a organização que o pratica a capacidade de gerenciar seus processos de forma eficiente e eficaz.  As empresas que aderem o BPM, buscam nessa disciplina, entregar maior valor para o cliente, eliminar gargalos, otimizar os fluxos operacionais, eliminar desperdícios, e por fim, entregar mais e melhor para os clientes. A resultante dessa adoção é maior lucratividade.  Muitas organizações adotam o chamado BPMN (Business Process Model and Notation), que vem se tornando um padrão para desenho de processo através de sua notação icônica. O desenho de processos é parte da tarefa de mapeamento de processos.  Automatizar os processos já é outra história. Começamos a entrar no mundo da tecnologia.  Os BPMS (Business Process Management Systems) são ferramentas que automatizam todo o fluxo de informações e ações identificados e desenhados nas fases anteriores.  Porém, com o avanço tecnológico e a necessidade de acompanhamento das mudanças nas demandas dos negócios e clientes, decorrentes da chamada Transformação Digital, as organizações estão migrando dos conceitos do BPM para o DPA (Digital Process Automation) e RPA (Robotic Process Automation).  Tudo bem, o DPA e RPA são um subconjunto importante do BPM, mas essa mudança na tecnologia está ancorada na crescente necessidade de negócios para automatizar os processos.  Benefícios bastante palpáveis na adoção de soluções DPA / RPA são: permitir operações mais ágeis; redução dos custos; redução de erro humano, e foco no cliente.  Visto que o DPA/RPA não necessita tanto do elemento humano quanto aqueles que estão fundamentados no BPM, ele permite que as etapas mecânicas sejam gerenciadas por um fluxo de processos automatizados e inteligentes.  A Forrester afirma: “À medida que as organizações realizam esforços de transformação digital, surge uma importante visão: o processo é importante. Os investimentos em bonitas experiências móveis e na web não vão mudar a agulha da bússola, a menos que os profissionais de desenvolvimento de aplicativos garantam que os processos no back-end estejam alinhados para oferecer suporte a uma verdadeira experiência do cliente de ponta a ponta.”  A Zuri entrega exatamente isso, permitindo que as mudanças nos negócios sejam rápidas através de interfaces intuitivas (Low-Code), atento à experiência do usuário e assim permitindo uma rápida inovação.   Automação de processos na era da transformação digital Preencha o formulário para baixar seu e-book gratuitamente! Nome* Email* Baixar E-book!     Vamos conversar sobre como automação ajuda você? Conheça a solução Zuri, a plataforma de automação usada nas melhores e maiores organizações há mais de 20 anos. 

Automatizar processos com a ferramenta certa

Automatizar processos com a ferramenta certa, na hora certa   A necessidade da transformação digital conduz as empresas à automação, não há dúvida. A questão é a ferramenta a ser escolhida para cada situação. É importante conhecer as características dos diversos tipos de ferramentas de automação para acertar na decisão de onde aplicar cada uma delas: DPA (Digital Process Automation), RPA (Robotic Process Automation), plataformas low-code? O que escolher, e quando? Em pesquisa realizada no ano passado pelo Forrester Group1, dois terços dos executivos responsáveis por decisões corporativas afirmaram estar sua empresa envolvida na transformação digital, que 16% já consideravam concluída. As tecnologias de automação têm um papel central nesse processo. Às ferramentas mais tradicionais, como as suítes BPM (Business Process Management), hoje se somam as plataformas DPA (Digital Process Automation) e RPA (Robotic Process Automation), agora incorporando inteligência artificial e aprendizado de máquina, da mesma forma que as plataformas low-code – plataformas que permitem o rápido desenvolvimento de aplicações de negócios, não necessariamente por profissionais de TI, ajudando enormemente a agilizar o desenvolvimento de sistemas DPA e RPA. No processo de transformação digital das empresas, as funções de toda a organização de TI, de seus profissionais e do próprio CIO estão evoluindo para unir tecnologia e negócios, transformando seu papel em direção ao maior comprometimento com os resultados e futuro da empresa. Em suas predições para este ano de 2020, o Gartner comenta quais seriam as novas prioridades e foco do CIO2.   De que você precisa? Posso ajudar?  Simplificando, podemos dizer que quando se fala em sistemas BPM e DPA-deep, por exemplo, a perspectiva é de uma mudança global de processos corporativos em nível total, profundo e complexo – automação de processos e melhoria contínua. Para isso, nas empresas, um número reduzido de profissionais altamente qualificados tem como objetivo a transformação digital da empresa como um todo, contribuindo com os diversos departamentos no sentido de entendimento de onde a empresa deve inovar, além de fornecer métricas visando o aprimoramento contínuo dos sistemas de automação de negócios. Já as ferramentas DPA (ou DPA-wide) se aplicam a processos pontuais, “viralizando” até que se complete a jornada do cliente em direção à transformação digital. Esses sistemas estendem o design de processo para além dos grupos de desenvolvimento, pequenos e altamente qualificados, incluindo usuários corporativos, também conhecidos como “citizen developers” ou “usuários de negócios” (link artigo). Está, portanto, mais associado ao design thinking e à otimização da jornada do cliente (interno ou externo) do que à transformação digital da organização em toda a sua profundidade.  Além disso, o DPA prevê o acesso do cliente aos aplicativos por meio de front-ends para celular ou web. O mais recomendável hoje é que os projetos DPA sejam realizados com a utilização de plataformas low-code e metodologia Ágil. Os sistemas RPA têm um sentido eminentemente tático. Lembrando que robotic aqui se refere a software, e não a hardware, esses sistemas são indicados para a automação de processos de negócios capazes de substituir por scripts de bots horas de trabalho humano simples, repetitivos e sujeitos a erros, como o preenchimento de tabelas e entrada de dados. Por exemplo, um banco internacional precisava que os funcionários digitassem dados (muitos deles repetitivos) em 50 diferentes sistemas para integrar um novo cliente. Sem nenhuma alteração no processo, o banco implementou o RPA com sucesso no que toca a agilidade e precisão. É claro que as plataformas low-code podem ser grandes aliadas no desenvolvimento de sistemas RPA para facilitar a tarefa de programação, e, também nesse caso, a metodologia Ágil  será aplicável com inúmeras vantagens.   Plataformas low-code e organização de TI De acordo com o Gartner, “até 2024, o desenvolvimento de aplicações low-code corresponderá a mais de 65% de toda a atividade de desenvolvimento de aplicações3”. Dessa forma, não surpreende que plataformas low-code sejam excelentes aliadas da organização de TI nas empresas. Uma plataforma low-code é um conjunto de ferramentas que permite a não programadores a criação de aplicativos. Elas eliminam a necessidade de escrever milhares de linhas de código e sintaxe complexa, substituídas por blocos de código pré-existentes, utilizados por meio de uma interface visual do tipo “arrastar e soltar”. Essas plataformas fornecem componentes padrão, como formulários, modelos de relatório e snippets de códigos prontos para uso, e muitas delas incluem, ainda, miniaplicativos prontos para serem instalados e personalizados de acordo com os requisitos do usuário. Elas tornam o desenvolvimento de aplicações mais rápido e mais fácil, diminuindo a pressão sobre a TI para a entrega de sistemas específicos e para a realização de mudanças nesse tipo de sistema, que são cada vez mais frequentes dado o dinamismo dos negócios. Sem contar a redução de custos… Também ajudam a integrar os profissionais das áreas técnicas e de negócio – na medida em que as plataformas low-code podem ser utilizadas por não especialistas – à organização de TI, minimizando a shadow IT. E, sob esse aspecto, é bom lembrar que é possível escolher no mercado plataformas low-code que tragam, embutida, a governança da organização de TI às aplicações desenvolvidas. Resumindo, as principais características que devem ser buscadas em uma plataforma low-code são: Modelagem visual Configuração “arrasta e solta” Compatibilidade com diferentes dispositivos e canais Escalabilidade   Se você quer mais detalhes sobre a melhor maneira de automatizar seus processos de negócio, baixe o eBook “Automação de processos na era da transformação digital: uma mudança de paradigma”.     “PhD. Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços na Zuri”Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos..   Referências: RPA, DPA, BPM, And DCM Platforms: The Differences You Need To Know, Forrester Research, março de 2019, por Craig Le Clair Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption […]

Descubra como ter processos mais eficientes na sua empresa

Descubra como ter processos mais eficientes na sua empresa Processos mais eficientes sem pesar no orçamento da empresa. Descubra como é possível otimizar o negócio sem realizar grandes investimentos financeiros.   Em seu dia a dia de trabalho você sofre uma série de pressões que exigem o constante aprimoramento dos serviços da TI, obrigando sua área a inovar sempre. Ter processos mais eficientes é, sem sombra de dúvidas, um dos desafios diários em qualquer mercado. Reforçando a necessidade permanente de se reinventar, surgem a cada momento novas tecnologias. No caso dos responsáveis pela TI de uma empresa, essa atualização é uma condição essencial para que consiga entregar soluções de modo rápido e eficiente, com as respostas requeridas pelas áreas de negócio — e, se possível, surpreendendo-as positivamente. Só assim o trabalho será reconhecido como efetivo na busca por resultados da empresa.  Neste artigo, você vai descobrir como ter processos mais eficientes, mesmo com um orçamento apertado. Confira!     Necessidade de aprimorar os processos Muitas vezes, o merecido reconhecimento dos responsáveis pela TI de uma empresa, não ocorre de maneira tão óbvia, mesmo em tempo de transformação digital e constatação da relevância desses profissionais. Uma recente pesquisa do Gartner, entrevistando 90 CEOs de empresas de tecnologia, mostra que 68% deles têm como prioridade a expansão da empresa, mas somente 26% deles veem como prioritário o aprimoramento de processos de negócio. Isso revela o grau do descompasso entre o desejo de crescimento e a percepção (correta) de que melhores processos impulsionam maiores receitas. Vamos avaliar um exemplo real: uma empresa de serviços de tecnologia, oferecendo ao mercado uma excelente arquitetura corporativa, fechava negócio 90% das vezes em que apresentava prova de conceito ao possível novo cliente. O que essa empresa poderia fazer para se expandir no mercado? A ideia do CEO era contratar mais profissionais, para apresentar provas de conceito a um maior número de potenciais clientes. Em vez disso, o Gartner recomendou a criação de uma prova de conceito on-line, para autoatendimento. Dessa forma, sem limites no número de apresentações, a taxa de fechamento de negócios passou a ser de 65% e foi possível à empresa dar conta de um número muito maior de atendimentos sem novas contratações.   Processos mais eficientes por meio da automação Um atributo-chave da inovação em negócios é o desenvolvimento de processos automatizados escaláveis, que permitem maior crescimento no longo prazo. A prioridade, tanto nos processos de front-office — como vendas e marketing —, quanto nos processos de back-office — como contabilidade, finanças e recursos humanos — deve ser sempre o desenvolvimento dos processos escaláveis. Sem automação, a otimização de processos se torna uma tarefa praticamente impossível. E há ferramentas certas para diferentes tipos de automação de processos.   Soluções Robotic Process Automation As soluções RPA — Robotic Process Automation —  são um modo eficiente de você rapidamente agilizar os processos repetitivos e uma boa maneira de iniciar uma estratégia de automação de longo prazo. Funcionalidades presentes em soluções RPA para automação de processos são capazes de executar atividades operacionais de rotina, ligadas a processos burocráticos. Com essas soluções você emula ações humanas tanto em tarefas determinadas quanto nas diferentes etapas de processos mais complexos. Isso inclui, por exemplo: a resposta automática a e-mails; processamento on-line de ordens de compra; categorização de chamados de suporte; gerenciamento de folhas de pagamento; transferência de dados entre diferentes sistemas, entre muitas outras possibilidades.  De acordo com uma publicação da Forrester Research, o RPA seria uma abordagem tática, para “aliviar as dores” de um processo penoso, enquanto o BPM — Business Process Management — tem como objetivo modernizar e, continuamente, aprimorar os processos de negócios.   Digital Process Automation O conceito de Digital Process Automation — DPA — pode ser considerado uma evolução da categoria BPM, expressando a necessidade cada vez maior de automatizar processos, como elemento essencial da jornada das empresas rumo à transformação digital. A Forrester Research diferencia o DPA–deep (um DPA profundo) do DPA–wide (um DPA largo), sendo o primeiro destinado a um pequeno e seleto grupo de profissionais de TI altamente qualificado, com foco em processos muito complexos e capazes de determinar onde inovar ou não. Essas soluções DPA-deep também são caracterizadas pelo foco em criar aplicações mais complexas, portanto, um número menor se comparado à DPA-wide. O DPA-wide seria “para as massas”, estendendo o design do processo para além dos pequenos grupos de desenvolvimento altamente qualificados para os usuários corporativos, utilizando plataformas low-code, ou mesmo no-code. Ou seja, todos podem se beneficiar de soluções DPA low-code de automação de processos. Outra característica dessas soluções DPA-wide é a escalabilidade, o foco em centenas de aplicações. Por dispensarem codificação, essas plataformas não exigem uma alta qualificação em TI do profissional desenvolvedor. Ainda assim, permitem mudanças significativas em modelos e procedimentos operacionais — como fluxos de trabalho, regras de negócio, modelos de dados e modelos de decisão, entre outros — influenciando diretamente os processos e resultados operacionais da empresa.   DPA-Deep e DPA-Wide A questão que se apresenta é: como ter uma plataforma que sirva tanto aos times de TI (DPA-Deep) como para os times de negócios (DPA-Wide) ao mesmo tempo? Um modelo ideal é a solução Zuri, que resolve de forma simples problemas altamente complexos, tanto para equipes de TI quanto para equipes de negócios. Profissionais de negócios sem conhecimento em linguagem de programação e desenvolvimento conseguem usar o Zuri para criar sua própria solução de automação de processos de negócios. Ao mesmo tempo, o Zuri também atende equipes de TI, fornecendo criação de aplicações complexas com integrações de sistemas, e tudo sob fácil governança, seguindo compliance e outras regras de negócios. A Forrester Research identifica ainda outra classe de produtos para automação de processos: DCM (Dynamic Case Management), voltada a ambientes múltiplos, processos específicos caso a caso ou investigações: “é importante entender as diferenças entre as tecnologias para a automação de processos. Mas também é importante compreender como elas podem funcionar em conjunto. A Forrester identifica silos de automação sendo criados em empresas – […]

Benefícios da Automação e Robotização dos Processos

Benefícios da Automatização e Robotização dos Processos   Quando o assunto é Automatização e Robotização de processos a principal fala é sobre o Retorno do Investimento (ROI). De acordo com a pesquisa realizada pela Computer Economics Technology Trends, em seu relatório de 2019, composta por mais de 250 empresas, chegou ao resultado que dessas , 12% delas implementou RPA, sendo que metade dessas chegou ao ROI em 18 meses. Depois desse período são somente lucros envolvidos. Em outra perspectiva, na média um robô de software custa de um terço a um quinto do custo de um funcionário. Várias empresas da indústria de serviços viram a redução de custos e melhoria de processo com o uso de robôs. Mas olhando para a automação de processos, os benefícios são muito maiores do que o impacto financeiro. A tecnologia pode transformar a companhia. Eles estão desde a pequenas melhorias, como por exemplo a redução de 10 a 20 segundos a cada tarefa realizada (por exemplo uma simples sequência de copiar e colar). Alguns outros benefícios abrangem várias áreas: (por exemplo) Compliance: Qualquer violação de uma regulação de governo pode trazer sérias consequências para empresa. Com a automação e robotização de processos é muito fácil configurar um robô para fazer ações no sentido a manter a conformidade com os requisitos de regulação. Atendimento ao Cliente: As pessoas precisam responder rapidamente os clientes. Mas isso fica difícil quando a quantidade de contratos é muito grande. Nesse caso o RPA pode fazer uma grande diferença, pois eles são programados para realizar os passos necessários, sendo escaláveis. Satisfação dos Colaboradores: O time pode aproveitar muito dos benefícios de um RPA, pois muitos despendem muito tempo para executar tarefas que não tem muito valor e se tornam muito tediosas. O resultado disso é a perda de produtividade e o turnover. Ampla Aplicação: É comum uma aplicação ser aplicada em partes especificas das empresas. Mas o RPA é amplo. Ele pode ser aplicado para muitas áreas como jurídico, financeiro, RU, marketing, vendas e tantas outras. Qualidade dos Dados: Utilizando essas ferramentas é possível melhorar e diminuir a chance de ocorrência de erros humanos. Com muitos dados por conta da escalabilidade é necessário a utilização de conjunto de dados para o Analytics e Inteligência Artificial para ganhar robustez e usabilidade. Transformação Digital: A Transformação Digital é a maior prioridade dos CEO. Muitas organizações têm muitos sistemas legados que custam muito para ser substituídos ou integrados. Mas com a proposta de automação de processos isso pode rapidamente resolvido com um menor custo. Escalabilidade: Se houver uma forte e repentina demanda, pode ser muito difícil contratar novos colaboradores. Assim a automatização pode ser a solução. É muito mais fácil e barado escalar novos robôs para executar as tarefas.    

Aprenda como aplicar RPA nos negócios

Aprenda como aplicar RPA nos negócios   Saiba mais sobre RPA e como pode ser aplicado no seu negócio RPA é uma tecnologia que ganhou notoriedade na última década e pode aumentar a competitividade empresarial drasticamente. Mas, para isso, você precisa compreender  como esta tecnologia permite que você eleve a automação à novos patamares na sua equipe e empresa. Uma das soluções tecnológicas mais buscadas e adotadas atualmente por grandes empresas é o RPA (Robotic Process Automation), basicamente, é uma espécie de software que imita ações de profissionais, como se fosse uma pessoa realizando tarefas do dia a dia, mas de forma automatizada. Consequentemente, o RPA permite forte redução de custos operacionais e aceleração dos processos de negócios, ou seja, mais eficiência e produtividade.Não à toa, a popularização dos benefícios do RPA produziu aumento de mercado acima de  68% apenas em 2018, segundo dados da Gartner. Com esse crescimento expressivo, a empresa também reforça que este mercado pode superar US$ 1 bilhão (algo aproximado em R$ 5,360 bilhões). Cada vez mais empresas, grandes, médias e pequenas estão em busca de soluções com tecnologia RPA. Assim como a Revolução Industrial aumentou significativamente a produção mundial, o novo modelo de automatização de negócios tem tudo para reinventar o mercado e tornar atividades complexas solucionáveis em poucos cliques. Por conta dessa importância, nós da Zuri preparamos este conteúdo com as principais informações à respeito de RPA, seus benefícios e como ela pode ser aplicada ao seu negócio.     O que é RPA? RPA significa Robotic Process Automation que pode ser traduzido como Automatização Robótica de Processos. Como o próprio nome sugere, ele serve para tornar processos internos automatizados por meio de softwares e robôs. Ao implementar uma solução de RPA, a sua empresa pode contar com mão de obra robótica, isto é, um robô fica responsável por interpretar dados, enviar respostas pré-determinadas  e repassar informações adiante sobre processos concluídos, em trânsito ou atrasados. Essas soluções são únicas e partem sempre da necessidade de cada empresa. Mas, muitas empresas construíram soluções “pré-moldadas” e as oferecem no mercado. Compreender seu processo de negócio, ou seja, sua necessidade, e então construir uma solução pode fazer toda a diferença. Ou seja, você, gestor ou líder, pode determinar que a sua estratégia de RPA seja usada para reduzir a repetição de tarefas, tornar etapas de processos mais ágeis ou até prospectar uma quantidade maior de clientes. Tudo isso já é possível e acessível. A democratização da tecnologia trouxe uma série de opções acessíveis para que as empresas dos mais diversos segmentos e tamanhos possam tomar benefícios da automação em seus negócios. Mais resultados e menos esforços, ou, no mínimo, menos tarefas repetitivas.     Quais as vantagens do RPA? O RPA traz uma vasta quantidade de vantagens para cada empresa, inclusive, vantagens diretamente relacionadas aos seus objetivos de negócio. Ao escolher a solução ideal de RPA, com certa frequência você perceberá vantagens que vão além das metas estabelecidas no projeto pontual. E isso tem sido discussão por vários CEOs ao redor do mundo, inclusive em fóruns da Gartner, Forrester e IDC, só para citar alguns importantes. Entre as principais vantagens do RPA estão: Minimiza erros; Potencializa capacidade produtiva; Amplia a qualidade dos serviços/produtos; Torna os processos mais ágeis; Permite alocar capacidade operacional sobressalente; Aumenta a qualidade de dados da empresa; Reduz gastos com retrabalho; Diminui etapas dos processos; Torna a jornada de trabalho mais produtiva. Outra dúvida, também frequente, é sobre quais áreas do negócio o software de automação deve ser usado. Segundo a Gartner, empresas que são referência em tecnologia de automatização afirmam que o software de RPA pode ser adotado por qualquer área da empresa, sendo importante identificar quais os processos do negócio ou das equipes são mais críticos para os negócios, bem como quais destes processos requerem mais tarefas repetitivas. Afinal, RPA automatiza tarefas repetitivas. A Gartner também aponta que, entre os principais setores empresariais que buscam RPA como uma alternativa para reduzir gastos operacionais estão: Setores de TI; Contabilidades e setores financeiros; Operadores e produtores; Serviços sob medida; Recursos Humanos; Indústria; Engenharia; Fábricas; Educacional; Compras; Vendas; Portuário e logístico.   Como o RPA pode ser aplicado nas empresas? Atualmente, quase todos os tipos de processos podem ser automatizados, desde tarefas simples até complexas, e muitos destes processos podem ser realizados por robôs, ou seja, com tecnologia RPA. A Walmart, por exemplo, viu que o RPA poderia automatizar alguns serviços e por isso implantou aproximadamente 500 robôs, responsáveis por responder questionamentos dos funcionários e recuperar dados úteis, tornando a empresa ainda mais produtiva. Por outro lado, essas soluções não são exclusivas de grandes empresas. Pelo contrário, empresas médias que crescem rapidamente ou que precisam de resultados extraordinários investem em automação por saberem que a automação de processos é inerente da transformação digital. consequentemente, tornam as operações mais eficientes, menos custosas, mais velozes, com alta qualidade, controle e alto grau de gestão. Para você se inspirar em como o RPA pode ser aplicado em sua empresa, segue alguns exemplos abaixo. Diminua tempo de execução de processos operacionais Você pode implementar um robô para reduzir o tempo necessário para realizar processos operacionais da sua empresa. Em vez de basear seus processos em séries de e-mails, planilhas e ligações telefônicas para coletar dados e criar relatórios, por exemplo, você pode contar com um robô que envia e intercepta os arquivos necessários para a etapa processual seguinte.   Prospecte mais clientes, realize mais negócios Você pode implementar um robô que prospecte novos clientes a partir de especificações pré-determinadas, garantindo que vários e-mails sejam enviados ao longo dos dias para pessoas com um perfil próximo ao seu lead. Ou, ainda, você pode usar um robô para analisar sua base de dados de clientes para identificar padrões comportamentais e, então, identificar novas oportunidades dentro da sua base de clientes existente (com técnicas de cross-selling e up-selling) e prospectar novos clientes com base nesta inteligência ou novos insights recém-descobertos com ajuda do robô.   Padronize conteúdo com mais facilidade para aumentar a […]